In partnership with

Viver de Blog   Viver de Blog
ED 061
{{saudacao | Bom te ver por aqui.}} {{saudacao_nome | }}
              
{{ofensiva_curta | comece hoje}}
Ver ofensiva →

Você escolhe a edição de amanhã: a votação está no fim desta edição.

{{subiu_orn | }} {{subiu_num | }} {{subiu_orn | }}

{{subiu_caps | }}

{{subiu_linha | }}

AdSense: 1 anúncio depois do subtítulo 3 do post mais lido

Onde o bloco in-article entra, como criar no painel e como ler o RPM junto do tempo médio da página.

Tela de notebook com um artigo de blog aberto e um bloco de anúncio entre dois parágrafos

Um bloco só, no meio do texto.

▼
 

O clique da roda do mouse soa seco, três vezes, e a página do seu post mais lido desce até o terceiro subtítulo. O café junto do teclado já esfriou, e a caneca deixou um anel úmido na mesa.

Esse post recebe visitas da busca todo dia. Quem chega lê a introdução, passa pelo primeiro subtítulo, pelo segundo, e continua descendo. No terceiro, o leitor já provou pra si mesmo que o texto serve.

Até aqui, o post não paga nada. Ou paga pouco, com um anúncio grudado no topo, antes da primeira linha, que o leitor pula com o polegar sem nem registrar a cor.

O topo é o lugar onde o visitante ainda decide se fica. Um anúncio ali disputa com o título a atenção dos primeiros segundos. No terceiro subtítulo, a decisão já foi tomada: quem chegou até lá veio pra ler.

O Google AdSense tem um formato feito pra esse ponto do texto. Chama-se anúncio in-article (dentro do artigo, em inglês), e ele aparece entre dois parágrafos com a cara do próprio post, ocupando a largura da coluna de leitura.

A técnica desta edição usa um bloco só. Nada de espalhar cinco anúncios pela página: um, colocado no ponto em que o leitor já está preso, no post que mais recebe visitas.

O risco existe e se mede. Todo anúncio no corpo do texto pode empurrar o leitor pra fora antes do fim. Se o tempo médio na página cair muito depois do bloco, o dinheiro novo saiu da leitura.

Por esse motivo o teste olha dois números juntos, e nenhum deles sozinho. O RPM da página diz quanto ela passou a render; o tempo médio diz quanto o leitor continuou lendo.

A seguir: o que é o bloco in-article e por que ele vai depois do terceiro subtítulo, como criar e colocar o bloco no seu blog numa tarde, e como ler os dois números pra decidir se o anúncio fica.

Continue lendo ↓

 

Quem banca a edição de hoje

From invisible to first in ChatGPT.

Bob's Your Uncle has spent twenty years helping challenger brands win their categories. But when buyers asked ChatGPT about their own category, the agency didn't show up.

With ChatFeatured, their AI visibility went from 7% to 22% in 90 days, and they went from invisible to first in ChatGPT.

They're not the only ones:

Vessel: AI visibility up 2,200%+

SCOJO: AI visibility up 160%

WikiSleep: brand mentions up 113%

ChatFeatured finds the questions where AI leaves you out, writes the content that gets you cited, and reports the lift every week. Your team decides what ships.

Most customers see their first citations inside 7 days.

Patrocinadores mantêm a edição gratuita

 

I  A técnica de hoje

O anúncio entre dois parágrafos

A técnica: um bloco in-article do AdSense, um só, colocado logo depois do terceiro subtítulo do post que mais recebe visitas no blog. O resto da página fica como está.

O AdSense é a rede de anúncios do Google pra sites. Você cola um código no blog, o Google leiloa o espaço entre anunciantes e paga uma parte do valor por exibição e por clique.

O bloco in-article é um dos formatos do painel. Ele nasce pra ficar entre parágrafos, se ajusta à largura da coluna e pode herdar a fonte e as cores do texto, o que deixa o anúncio com cara de parte da página, sem banner piscando.

O formato também tem um comportamento útil: quando o leilão não encontra anúncio bom pra aquela visita, o bloco recolhe e não deixa um buraco em branco no meio do post.

POR QUE O TERCEIRO SUBTÍTULO

O leitor de blog não lê palavra por palavra. Jakob Nielsen, da Nielsen Norman Group, descreveu em 2006 o padrão em F (o olho varre o topo, desce pela margem esquerda e pega o começo dos subtítulos) a partir de testes com rastreamento do olhar.

Quem escaneia usa os subtítulos como degraus. No primeiro e no segundo, o visitante ainda está avaliando se a página responde à busca dele. No terceiro, já tem a prova e entra no trecho que veio buscar.

Ali o anúncio encontra um leitor parado no texto, com a atenção na coluna, e não um visitante com o dedo pronto pra voltar ao Google.

POR QUE UM SÓ

O AdSense oferece os anúncios automáticos, que espalham blocos pela página sozinhos. Funcionam, mas tiram de você o controle do lugar e da quantidade, e cada bloco a mais é mais um ponto onde o leitor pode desistir.

Com um bloco só, em lugar fixo, o teste fica limpo. Se o tempo médio cair, você sabe qual anúncio causou a queda, e sabe onde mexer.

O QUE O GOOGLE PEDE

As políticas do programa, publicadas pelo Google, vetam anúncio disfarçado de conteúdo e texto que convide ao clique, como “clique no anúncio abaixo”. O bloco precisa aparecer marcado como anúncio, e o próprio formato já traz o rótulo.

Steve Krug escreveu em Don't Make Me Think (Não me faça pensar), de 2000: “Não me faça pensar.” O leitor no terceiro subtítulo não precisa pensar onde termina o post e onde começa o anúncio.

O anúncio entra onde o leitor já decidiu ficar, e não onde ele ainda decide se vai embora.

 
 

II  No seu blog

Um bloco no post mais lido

O passo: achar o post mais lido, criar o bloco in-article no painel do AdSense e colar o código logo abaixo do terceiro subtítulo. O bloco fica no ar numa tarde.

ACHAR O POST

No GA4, abra Relatórios, Engajamento, Páginas e telas. Ordene por visualizações e escolha a primeira página que seja um post, e não a home ou a página de contato.

Anote dois dados dessa página nos últimos 28 dias: as visualizações e o tempo médio de engajamento (o tempo em que a aba ficou aberta e em primeiro plano). Esse é o ponto de partida do teste.

Confira também se o post tem pelo menos três subtítulos. Post curto, com dois subtítulos, não tem trecho de leitura funda pra receber o bloco.

CRIAR O BLOCO

1. No painel do AdSense, entre em Anúncios, Por bloco de anúncios, e escolha Anúncios In-article.

2. Dê ao bloco um nome que diga onde ele mora, com o endereço do post. Fica fácil achar o bloco nos relatórios depois.

3. Na pré-visualização, ajuste a fonte e a cor pra ficarem iguais às do seu texto. O anúncio continua marcado como anúncio, mas para de gritar.

4. Salve e copie o código que o painel entrega.

5. No editor do post, abra um bloco de HTML personalizado logo abaixo do terceiro subtítulo, depois do primeiro parágrafo dele, e cole o código.

NO WORDPRESS

No editor de blocos do WordPress, o bloco se chama HTML personalizado. Quem usa o plugin Site Kit, do Google, pode deixar a verificação da conta com ele e colar só o bloco in-article no post.

Depois de publicar, abra o post numa janela anônima e no celular. O anúncio pode levar alguns minutos pra aparecer na primeira vez.

O QUE NÃO MEXER

Durante o teste, não troque o título do post, não reescreva parágrafos e não ligue os anúncios automáticos. Se duas mudanças acontecem juntas, você não sabe qual delas mexeu nos números.

Anote a data em que o bloco entrou no ar. O teste compara 28 dias antes com 28 dias depois.

ONDE O BLOCO ERRA

O erro mais comum é colar o bloco dentro de uma lista de passos ou entre um subtítulo e o primeiro parágrafo dele. O leitor perde o fio da explicação e sai da página.

O segundo erro é clicar no próprio anúncio pra ver se funciona. O Google trata clique do dono como clique inválido, e a conta pode ser suspensa.

O bloco entra depois de um parágrafo que fecha uma ideia, e nunca no lugar em que a ideia ainda está pela metade.

 

Quem banca a edição de hoje

Master Claude AI (Free Guide)

The professionals pulling ahead aren't working more. They're using Claude.

Our free guide will show you how to:

  • Configure Claude to be the perfect assistant

  • Master AI-powered content creation

  • Transform complex data into actionable strategies

  • Harness Claude’s full potential

Transform your workflow with AI and stay ahead of the curve with this comprehensive guide to using Claude at work.

Patrocinadores mantêm a edição gratuita

 
 
 

III  O número pra olhar

O RPM e os segundos de leitura

O número pra olhar é o RPM da página, lido junto do tempo médio de engajamento do mesmo post. O RPM diz quanto a página rende a cada mil visualizações; o tempo diz se o leitor pagou esse valor com leitura.

RPM quer dizer receita por mil impressões, em inglês. A conta é simples: o que o post rendeu no período, dividido pelas visualizações da página, vezes mil.

Um exemplo de cálculo: um post com 8.000 visualizações em 28 dias, que rendeu R$ 40 no AdSense, tem RPM de R$ 5.

ONDE ACHAR OS NÚMEROS

No AdSense, abra Relatórios e escolha a visão por página. Filtre pelo endereço do post e pelos 28 dias depois da data em que o bloco entrou no ar. A coluna RPM da página já vem calculada.

No GA4, volte ao relatório Páginas e telas, filtre pelo mesmo endereço e compare o tempo médio de engajamento dos 28 dias antes com os 28 dias depois.

COMO LER OS DOIS JUNTOS

RPM subiu e o tempo médio ficou parecido: o bloco paga e não custou leitura. Deixe o anúncio onde está.

RPM subiu e o tempo médio caiu mais de 10%: o anúncio está tirando gente do texto. Desça o bloco um subtítulo, pro quarto, e meça mais 28 dias.

RPM quase não mexeu: o post atrai busca de pouco valor pra anunciante, ou o bloco está recolhendo por falta de anúncio. Leve o teste pro segundo post mais lido.

POR QUE O RPM E NÃO O CLIQUE

O painel também mostra cliques e CTR (a parte das visualizações que virou clique). Os dois enganam sozinhos, porque um clique de anunciante de finanças paga muito mais que um clique de anunciante de receita de bolo.

O RPM da página já junta exibição, clique e o preço do leilão num número só, e responde à pergunta do teste: quanto essa página passou a render.

O QUE O NÚMERO NÃO MOSTRA

Tempo médio sobe e desce com a estação do ano e com a posição do post na busca. Se o post caiu no Google durante o teste, compare a mesma janela no ano anterior antes de culpar o anúncio.

Com menos de mil visualizações no período, o RPM oscila demais pra decidir. Espere o volume antes de tirar o bloco ou mexer nele.

“Qual subtítulo do seu post mais lido o leitor alcança antes de decidir ficar?”

10% de tempo médio. Foi o limite de queda que esta edição usou pra decidir se o bloco in-article fica, medido no relatório Páginas e telas do GA4.

 
 
Quiz da edição

Segundo a edição, em que ano Jakob Nielsen descreveu o padrão em F de leitura?

A2000
B2006
C2012
D2016

Veja o ranking de quem mais acerta →

 
Sua avaliação

Como foi a edição de hoje?

📓📓📓📓📓  ótima 📓📓📓📓  boa 📓📓📓  ok 📓📓  ruim 📓  péssima
 
Escolha a edição de amanhã

Qual edição você quer ver amanhã?

Voto aberto até 14/10, 15h30

A Escada de Abstração →
B Chunking de George Miller →
C Bloco People Also Ask →
D Lista de Transmissão WhatsApp →
 
Recomendação de Newsletter
Best-Seller do Zero

Best-Seller do Zero

A técnica de escrita, um exercício simples e o mercado editorial, no seu email às 05:05.

Quero receber →

 
Sua ofensiva
🔥 {{streak_atual | 0}} {{streak_titulo | Comece sua ofensiva hoje}} recorde {{streak_recorde | 0}}
Seus últimos 6 dias e hoje
{{ouro_linha | Cada edição vale 10 de ouro: voto, quiz e clique.}}

missão de hoje

📨 Mandar seu link pra 1 pessoa (1x por dia) +10
WhatsApp   Copiar link

Confirmou? +100 de ouro: entra no seu ouro à noite.

{{streak_cta | Começar minha ofensiva}}
{{rank_simbolo | Ⅰ}} {{rank_nome | Aprendiz}} · {{moedas | 0}} de ouro · loja e missões →
 
 
 

Até amanhã, com o próximo passo.

Viver de Blog

VIVER DE BLOG

Seu conteúdo já trabalha. Falta receber.

💬 Receba pelo WhatsApp·✍️ Crie sua Newsletter